Eleição pode mudar percepção fiscal e pressionar câmbio, juros e Bolsa

Eleição pode mudar percepção fiscal e pressionar câmbio, juros e Bolsa

Eleição pode mudar percepção fiscal e pressionar câmbio, juros e BolsaO próximo presidente encontrará a mesma situação fiscal, independentemente do resultado da eleição. A dívida bruta alcançou 82,9% do PIB em agosto, maior nível desde março de 2021, enquanto o déficit nominal acumulado em 12 meses chegou a 9,48% do PIB. Desse total, 8,86% correspondem ao pagamento de juros. Mais

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JBR – Eleição pode mudar percepção fiscal e pressionar câmbio, juros e Bolsa
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