A Guarda Civil Municipal (GCM) de Ilha Solteira divulgou relatório com dados das apreensões de armas brancas realizadas entre janeiro e abril de 2026. Ao todo, foram apreendidas 30 armas durante ações de patrulhamento preventivo e abordagens qualificadas realizadas em diferentes pontos da cidade.
Segundo o relatório, a média foi de 7,5 apreensões por mês. Fevereiro registrou o maior número de ocorrências, com 13 apreensões, representando 43,3% do total. Em seguida aparecem abril, com sete apreensões, janeiro, com seis, e março, com quatro casos registrados.
Os dados também apontam os locais com maior incidência das apreensões. Praças e avenidas lideram o levantamento, concentrando 43,3% das ocorrências, seguidas pelo Terminal Rodoviário, com 36,7%. Alamedas e outros pontos da cidade representam 10% cada.
De acordo com a Guarda Civil Municipal, as apreensões ocorreram principalmente durante abordagens a andarilhos, moradores em situação de rua e frequentadores de áreas públicas. Os indivíduos foram identificados e as armas recolhidas conforme os procedimentos operacionais da corporação, com o objetivo de garantir a segurança da população e dos próprios abordados.
O relatório também destaca a preocupação da corporação em relação à ausência de armamento de fogo para os agentes da GCM, situação que, segundo o documento, aumenta os riscos enfrentados pelos guardas durante as ocorrências envolvendo pessoas armadas. A corporação ressalta que a possibilidade de armamento está prevista na Lei Federal nº 13.022/2014, que institui o Estatuto Geral das Guardas Municipais.
A análise operacional aponta ainda que cerca de 80% das ocorrências foram registradas em praças, avenidas e no Terminal Rodoviário, considerados pontos críticos para reforço das ações de patrulhamento preventivo.
A Guarda Civil Municipal reforça que os atendimentos à população são realizados por meio da Central de Atendimento e Despacho (CAD), pelos telefones 153 e 199.
Prefeitura de Ilha Solteira
